
A coleção Atemporais faz uma retrospectiva pelo design desde as décadas de 50, 60 indo até os dias atuais
Imaginar personagens baseados em caricaturas da vida real norteia o processo criativo de Marcus Ferreira, que há 16 anos trabalha como designer de móveis. Dono da famosa Decameron, um escritório de design de produtos com endereço em São Paulo, ele esteve em Maceió no último dia 10 para apresentar sete peças de sua nova coleção intitulada Atemporais, que tem o sofá como ponto central.
Os exemplares estão expostos na loja VB Design, bairro de Jatiúca, que ofereceu um coquetel para arquitetos locais. Na ocasião, Marcus conversou com a equipe do programa Casa & Negócio para reportagem exibida nesta terça, ao meio dia, na Tv Pajuçara (assista aqui).
Sempre extrovertido, o designer autodidata destaca como diferenciais a exclusividade e o trabalho artesanal empregado em suas peças. Os sofás são feitos sob medida para cada cliente, com muitos detalhes feitos à mão. Mas ele relata de forma bem descontraída, como se inspira para desenhar peças de acordo com a personalidade do futuro dono:
“Gosto de imaginar a vida da pessoa que vai usar aquele sofá. Imagino, por exemplo, a vida de uma mulher jovem e solteira, que gosta de sair à noite e que às vezes uma amiga vai dormir na casa dela… ou então aquela mulher que cansou do marido, se separou e hoje vive numa boa com a filha… enfim, vou montando na minha cabeça o que estes personagens gostariam em um sofá e aí vou criando!”, diverte-se.
Outra característica forte de sua obra, segundo o designer, é a preocupação com o bem estar. “Os sofás precisam ser sobretudo confortáveis, já que eles são muito importantes em uma casa. É nele que as pessoas interagem em casa, com a família ou com as visitas, então sempre me preocupo com isso”, reforça.
Fotos: Eduardo Camara & Araci Queiroz

A coleção também traz peças como cadeiras, bancos, mesas laterais e de centro, assinadas por outros designers
Mais peças da coleção Atemporais podem ser vistas no Facebook da Decameron.
Pelo menos é o que o promete o fabricante da Nanosound. Um revestimento acústico em forma de tinta que oferece redução de até 100% do barulho de rádio, televisão e instrumentos musicais em ambientes fechados.
Segundo a Nanotech do Brasil, que desenvolveu o revestimento, o produto pode ser aplicado em paredes internas e no teto, reduzindo drasticamente a passagem de som para o meio externo em diversos ambientes, como escolas, igrejas, teatros, cinemas e também prédios residenciais.
O custo da aplicação é R$ 30 o metro quadrado, sem mão de obra. O Nanosound é pastoso, semelhante a uma massa corrida e de cor branca. Sua tecnologia conta com células abertas que freiam a velocidade sonora, funcionando como um fonoabsorvedor.
O fabricante explica ainda que apenas 2,5 mm de espessura seca é capaz de substituir 50mm de espessura dos isolantes convencionais, feitos em espuma. O rótulo também orienta que ele é à base de água, não gera gases tóxicos (no caso de incêndio), tem baixo odor e VOC (componente orgânico volátil).
Outro detalhe importante alertado pela empresa, é que o Nanosound só não protege de barulhos por impacto. O produto ainda não tem revenda em Alagoas. Mais informações pelo site www.nanotechdobrasil.com.br.
Fotos: Divulgação
Com Assessoria
As estantes sempre tiveram um papel prático em uma residência ou escritório, sejam para guardar objetos ou aparar louças e equipamentos de som e vídeo.
Mas hoje em dia, elas saíram do lugar comum e passaram a ser verdadeiras esculturas funcionais.
Em entrevista ao programa Casa & Negócio, a arquiteta Mônica Stuart considera que estas peças viraram sim objetos decorativos em uma ambientação.
“Hoje não se usa mais aquela estante onde ficava o som, a tv e os outros equipamentos da sala, por exemplo. Deixamos isso para os móveis mais baixos, os racks e utilizamos a estante como um ponto forte da decoração”, diz a profissional.
E nada mais surpreendente do que ter uma peça com design arrojado. Muitas sequer precisam ser apoiadas no chão e podem até ser fixadas diretamente na parede.
Aqui no Brasil, vários designers trabalham estantes com conceito de arte e mostram que estes elementos podem ter formas e cores inusitadas, sem perder o lado funcional. Entre eles, estão o Estúdio Bola – nome originiário da junção das duas primeiras sílabas dos sobrenomes de Flávio Borsato e Mauricio Lamosa- e o Studio Zanini, comandado pelo carioca Zanini de Zanine, herdeiro do arquiteto e designer brasileiro José Zanine Caldas.
Cada estúdio tem estilo próprio, mas ambos trabalham com peças que podem ser adaptadas aos mais variados espaços. Aqui em Maceió, o trabalho deles pode ser encontrado na loja Artefacto, que fica na Av. Dr. Antonio Gomes de Barros, na Ponta Verde. Outros nomes de expressão são as designers brasileiras Amélia Tarozzo e Larissa Diegoli, que você confere nas fotos a seguir.
Eles ficam num cantinho da casa e parecem nem fazer diferença… mas a verdade é que os rodapés, além de funcionais, dão acabamento ao piso e protegem a parede. Hoje em dia eles ganharam até novas funções estéticas, dando mais elegância ao ambiente. Feitos em materiais diversos, como madeira, cerâmicas e polietileno, os rodapés já não precisam mas seguir o padrão de altura de 7cm. Hoje em dia, arquitetos tem recomendado rodapés mais altos, entre 10cm até 25cm.
Mas tudo tem seu critério, diz a arquiteta Cláudia Maia Nobre. “Hoje o rodapé é quase um enfeite. E quanto mais simples, melhor. Rodapé branco, mais reto, entre 10 e 15cm deixa bem mais elegante. Tem cliente que gosta bem mais alto, com até 25cm. Mas neste caso, só em ambientes grandes e com pé direito alto [distância do chão a teto]“, recomenda.
Para um apartamento de pequeno, por exemplo, com pé direito em torno de 2,50m, Cláudia recomenda o rodapé até 15cm. Mais que isso pode dar a sensação de que a parede é mais baixa em relação ao teto, especialmente se ela tiver uma cor mais forte. Os rodapés também não precisam mais ser da mesma cor do piso. Acabamento de madeira natural dar um charme a mais.
No entanto, Cláudia recomenda que quanto mais neutro, mais seguro de acertar. O material mais popular de rodapé, segundo a profissional, é a madeira. Várias lojas já vendem o produto em tamanhos diversos e com preços que variam entre R$ 7 até R$ 20 o metro linear.
Rodapé e parede da mesma cor alongam o ambiente
O branco entre a madeira o fendi da parede, delimitam o espaço
Nada de cortar o piso para fazer rodapé. Algumas marcas já vendem o produto com seu par em acabamento perfeito.
Friso no rodapé deixa o ambiente mais clássico
Branco e reto: simplicidade sem medo de errar
Tom sobre tom ajuda a manter a harmonia
Rodapé em padrão madeira traz aconchego
Fotos: Cortesia Portobello
Comprar um imóvel ainda na planta pode ser até 30% mais barato que um já pronto. E esse atrativo tem se tornado fator decisivo para muitas famílias alagoanas, que às vezes, investem tudo o que tem para adquirir o novo lar.
Porém, o investimento oferece riscos. Atraso na entrega, não conformidade com o memorial descritivo e até a falência da construtora são os principais. No entanto, alguns cuidados podem ajudar o consumidor a se precaver. Quem orienta é o advogado Anthony Fernandes, consultor da Associação Brasileira de Mutuários da Habitação (ABMH).
“O boom imobiliário de Maceió tem favorecido para que muitas construtoras não consigam cumprir o prazo de entrega do imóvel. Seria mais prudente que elas esticassem estes prazos. Ao invés de dois ou três anos, colocar quatro a cinco anos, para que não gere uma expectativa no consumidor”, analisa o consultor, que recomenda:
ANTES DE COMPRAR
- Analise outros imóveis já entregues pela construtora.
- Fale com os proprietários e cheque se a empresa cumpriu o prazo de entrega.
- Pergunte também se foram aplicados os materiais relacionados no memorial descritivo do empreendimento.
- E se eles ficaram plenamente satisfeitos com o produto entregue.
- Com o CNPJ da empresa é possível checar junto ao Procon e Tribunal de Justiça a idoneidade da construtora.
AO COMPRAR
- Verifique atentamente o contrato! Veja se o valor do imóvel está correto e se as prestações estão descritas corretamente.
- O contrato deve conter os índices de reajustes e como eles serão aplicados.
- Veja se o contrato possui uma cláusula que defina punições a própria construtora em caso de não cumprimento do acordado.
- O contrato deve ter a data prevista de entrega do imóvel. E fique atento a carência de 180 dias. A construtora tem até 6 meses de tolerância em caso de atraso.
- Depois disso, o comprador já pode entrar com uma demanda judicial para pedir ressarcimento de eventuais prejuízos que tenha sofrido por conta do descumprimento do prazo de entrega.
DURANTE A OBRA
- Fiscalize a execução do projeto. Visite o canteiro de obras regularmente e observe o andamento. O ideal é agir antes da falência da construtora.
- Converse sempre com o engenheiro da obra, confira se os materiais e o acabamento estão de acordo com o memorial descritivo.
- Se perceber atraso regular na entrega de materiais, redução no número de trabalhadores ou até mesmo a paralisação da obra, o consultor considera mais cauteloso entrar com uma demanda na Justiça para rescindir o contrato e pedir de volta todo o dinheiro investido.
EM CASO DE FALÊNCIA
- Caso a empresa venha a falir e o consumidor não consiga reaver o dinheiro investido, Anthony Fernandes diz que os compradores podem formar uma associação e ingressar na Justiça para ter o direito de tocar o restante da obra do empreendimento.
Para mais orientações, o telefone da ABMH Maceió é o 82 3357-2043.
O sofá ocupa sempre uma posição de importância na decoração da sala. Como geralmente é uma peça mais cara e duradoura, cores neutras reduzem os riscos de erro na composição do ambiente. Com isso, uma coadjuvante pode roubar a cena e empregar mais cor na sua sala: a poltrona!
Nela você pode jogar sua ousadia antes contida e colocar mais alegria e cor na sua decoração. Garimpando pela internet, o Blog do Casa & Negócio encontrou alguns modelos e estampas que podem te insipirar na hora de mudar o visual.
O mais legal ainda é que nem é preciso comprar uma nova. Basta trocar o tecido e renovar a baixo custo aquela poltrona que você já tem casa.
O design é inovador e eleva ao máximo o conceito de compacto. Fotos da cozinha Circle Kitchen circulam entre blogs de decoração e design do mundo, como destaque de inovação para pequenos espaços.
Segundo as publicações, a cozinha circular foi desenhada por Alfred Averbeck para uma empresa chamada Compact Concept. Projetada em forma de cilindro, a cozinha tem 1,8 metro de altura e gira 360 graus.
A circular comporta de tudo que uma cozinha comum precisa: pia, fogão, micro-ondas, lava-louça, armários e gavetas. Alguns blogs afirmam que o preço está entre 6.500 à 15.000 dólares, porém não há venda disponível no Brasil.
Eles podem ser montados em áreas externas e internas, em casas ou até apartamentos. Neste vídeo, a paisagista Lívia Passos fala tudo sobre os jardins verticais!

















































